sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

NEILL LOCHERY


quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

CAPA JORNAL DIÁRIO DE NOTÍCIAS | 8 JAN. 2015


quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

BOLACHAS DA MARCA 'NACIONAL'


A Nacional recupera uma ilustração de 1919 do artista Jorge Barradas, lançando uma edição especial de bolachas que reúne uma seleção das melhores bolachas da marca em formato mini.


sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Nivelamento por cima - Preservação de embarcações tradicionais

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Preservar uma embarcação tradicional pode ser uma dor de cabeça. Apesar de serem parte importante de uma cultura que exprime a relação das comunidades ribeirinhas com rios, estuários e mar, os entraves colocados à sua circulação deixam os proprietários quase de mãos atadas.
A Assembleia da República aprovou, no ano passado, uma recomendação para que o Governo legisle na defesa da autencidade e funcionalidade deste património, mas, em vésperas de mais um Dia Nacional do Mar, que se celebra este domingo, os subscritores do Manifesto para a Libertação da Via da Água duvidam que, nesta legislatura, algo seja feito nesse sentido.
Esta questão foi colocada na agenda parlamentar muito por pressão de um conhecido cientista, o professor Fernando Carvalho Rodrigues, entusiasta, dono de uma canoa e presidente da Associação dos Proprietários e Arrais das Embarcações Típicas do Tejo.
O homem que ficou conhecido como o pai do primeiro satélite português, é um dos dinamizadores da Marinha do Tejo e estará este domingo, às 10h, em Esposende para acompanhar os trabalhos do quarto encontro da Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios, no qual fará, pelas 14h30, uma intervenção sobre os problemas que afectam quem vem, há anos, salvaguardando este património flutuante.
Para um dos fundadores da rede, o Almirante José Bastos Saldanha, da Sociedade de Geografia de Lisboa (SGL), se não for criado um regime específico para estas embarcações antigas, que olhe também para a escassez de pessoas com conhecimentos de carpintaria naval, a preservação de um vasto património espalhado por todo o território pode ser posta em causa. Por isso, é com alguma ansiedade que os membros desta organização esperam a intervenção do secretário de Estado do Mar, Manuel Pinto de Abreu, na outra sessão comemorativa que, na segunda-feira, se realiza na SGL.
Catraias, catrios, canoas, faluas e outros
Só no estuário do Tejo, graças aos esforços de particulares e associações, há 70 embarcações, entre catraias e catraios, canoas, faluas e outras tipologias nas quais se incluem o varino. Marca de um tempo em que a casca de carvalho era trazida da ria de Aveiro, para a cozedura (encascamento) das redes dos pescadores do Tejo, e esses barcos não faziam já a viagem de regresso.
Costa acima não faltam exemplares de outras tipologias, em quase todas as comunidades, e este domingo é lançado um selo com uma representação da catraia de Esposende, que continua a navegar graças aos esforços do Forum Esposendense. Esposende, que sucede à Póvoa de Varzim na liderança da rede nacional, quer dar visibilidade a esta organização que mantém um certo cunho informal desde a aprovação do manifesto que lhe deu origem, assinado em 2004, na Nazaré, por várias organizações impulsionadas pela SGL.
Nos últimos dois anos, a Póvoa de Varzim – que preserva uma réplica da antiga Lancha Poveira –, conseguiu dar algum fôlego a esta entidade, realizando ao longo de dois anos, um conjunto significativo de acções, mas, como nota o presidente da Câmara de Esposende, falta à rede um cunho verdadeiramente nacional, que a leve a atrair todos os municípios marginados por rios ou mar.
Benjamim Pereira, lembra que o seu concelho também tem provas dadas na valorização do património cultural ligado ao mar e aos rios - seja nas festas, como a de São Bartolomeu do Mar, nos encontros de embarcações, na arqueologia naval ou em tradições como a da apanha de sargaço – e espera poder trocar experiências com outros concelhos e organismos.
“Não pretendemos ensinar nada a ninguém, acreditamos é que há muita gente a trabalhar bem e que precisamos de juntar esforços para aprofundar conhecimento e, claro, aproveitar o potencial turístico que esta temática encerra”, explicou o arquitecto que, desde Outubro de 2013, lidera o município de Esposende. Já este ano, a cidade acolheu vários encontros importantes na área da arqueologia naval e da defesa da orla costeira.

Rede deve aproveitar fundos comunitários
O presidente da Câmara de Esposende, Benjamim Pereira, acredita que a Rede Nacional da Cultura dos Mares e dos Rios pode ter um grande papel na defesa de um património imaterial importantíssimo, que precisa de ser estudado e “materializado” em estudos, documentários e outras acções que valorizem este activo. Para o autarca, os municípios e entidades envolvidas na rede devem definir três ou quatro áreas prioritárias de intervenção - e as embarcações tradicionais são uma delas - e procurar, desde logo no programa Portugal 2020, fundos para financiar os trabalhos a levar a cabo. Um dos projectos que já está a ser desenvolvido, e que brevemente estará disponível, é uma enorme base de dados da bibliografia ligada ao mar, na literatura e em diversas áreas de estudo, que foi idealizada e montada pelo sociólogo João Freire e que está agora a ser desenvolvida pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, sob a coordenação da historiadora Inês Amorim.
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Fonte: Jornal Público, on-line, 16 Nov. 2014


terça-feira, 25 de novembro de 2014

JOSÉ SÓCRATES


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Foi verdadeiramente deplorável escutar a antena da SIC Notícias. José Sócrates mexe-se bem. Afinal tem mais do que um advogado de defesa. O Dr. Araújo será coadjuvado, no recurso à medida de coacção, pelo Sr. Sousa Tavares e pela Sra. D. Clara Ferreira Alves - ambos filhos do regime, que agora começa a desmoronar de um modo expressivo. Os dois analistas nacionais devem ser considerados traidores da objectividade analítica, marionetas de um esquema ardiloso patrocinado pela SIC.
(...)»
Fonte: Blog Estado Sentido, texto de John Wolf, em 25 Nov. 2014


sábado, 22 de novembro de 2014

JOSÉ SÓCRATES



sexta-feira, 14 de novembro de 2014

DURÃO BARROSO | "FILHOS E ENTEADOS" | BANCO DE PORTUGAL



quinta-feira, 2 de outubro de 2014

jornal i | 2 OUT. 2014



sábado, 23 de agosto de 2014

III República

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Portugal tinha, em 2012, a taxa de fecundidade mais baixa da União Europeia (1,28), numa tabela liderada pela Irlanda e a França (2,01 cada), e um valor muito abaixo da média europeia (1,58), segundo o Eurostat.

Segundo o gabinete oficial de estatísticas da União Europeia (UE) - que divulga dados de 2012 - além de Portugal, as mais baixas taxas de fecundidade foram registadas na Polónia (1,30) e em Espanha (1,32).

No outro extremo da tabela, à Irlanda e França juntam-se o Reino Unido (1,92) e a Suécia (1,91), segundo os dados divulgados no âmbito do Dia Internacional da Mulher, que se assinala no sábado.

A taxa de fecundidade - o número de filhos por mulher - tem vindo a reduzir-se em Portugal: em 2001 era de 1,45, em 2005 de 1,41, em 2010 de 1,39, em 2011 de 1,35, até aos 1,28 de 2012.
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Fonte: Jornal de Notícias, 7 de Março de 2014, on-line.


sexta-feira, 25 de julho de 2014

Bem vinda Guiné Equatorial à CPLP

 Ilha de Ano Bom

Fonte da imagem: Wikipedia

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O que marca a adesão da Guiné Equatorial à CPLP é o alarido feito por membros das elites preconceituosas portuguesas. Em Lisboa surgiram numerosas vozes contra a adesão. Muitas são daquelas que nunca chegarão aos céus. Mas entre os contestatários estão políticos e líderes de opinião que se dizem democratas. O que revela uma contradição insanável eivada de ignorância e uma tendência inquietante para criar um “apartheid” nas relações internacionais. De um lado os democratas puros, os fiéis. E do outro os impuros e infiéis.
Ninguém percebe donde vem a pureza e a fidelidade dos representantes das elites preconceituosas à democracia. Nem se compreende a soberba com que tratam a Guiné Equatorial e o Presidente Obiang. Em Lisboa é esgrimido um argumento muito débil: o país tem a pena de morte. Muitos estados dos EUA executam todos os dias condenados à pena capital e nem por isso os porta-vozes dessas elites querem expulsar o seu aliado da OTAN. Pelo contrário, quando Washington anunciou que ia sair da Ilha Terceira por já não ter interesse na Base das Lajes, todos se puseram de joelhos, implorando que a base aérea continue.
Outros parceiros políticos e económicos de Portugal têm a pena de morte e isso não impede que os portugueses façam grandes negócios e brindem em Lisboa com o sublime Vinho do Porto. Os argumentos, mais do que débeis, são primários. E mais do que isso: escondem hipocrisia e também muita pressuposição baseada em velhos conceitos coloniais.  A CPLP, já aqui o escrevemos, pode ter uma influência grande na política da Guiné Equatorial. O decreto presidencial que suspende a pena de morte até à produção de legislação que determine a sua abolição é um exemplo concreto dessa influência. Se a partir de agora o Governo daquele país se aproximar dos modelos constitucionais que vigoram nos outros Estados membros, então está justificada a adesão.
A questão da Língua Portuguesa também é levantada pelas elites portuguesas ignorantes e corruptas. A Guiné Equatorial adoptou o português como língua oficial, a par do castelhano e do francês. Portanto, esse argumento deixou de valer a partir desse momento. Mas nunca valeu mais do que a caspa que povoa as ideias dos contestatários portugueses à adesão daquele país à CPLP.  Explicamos pormenorizadamente.
Parte do território da Guiné Equatorial já foi colónia portuguesa. Só no século XVII passou para a soberania espanhola. A ilha de Fernando Pó recebeu o nome do navegador português que lá aportou. A Ilha de Ano Bom (Ano Novo) está nas mesmas condições. Mas na pequena ilha está um tesouro da lusofonia: fala-se crioulo (fá d’ambô) que tem por base o português arcaico e que chegou quase incólume aos nossos dias. 
As ilhas da Guiné Equatorial, está provado, foram povoadas por escravos angolanos. Nós queremos ir lá render homenagem aos nossos antepassados. Agora que Fernando Pó e Ano Bom fazem parte da CPLP,  mais facilmente podemos cumprir esse dever. Mas sem a companhia das elites estrábicas, que nem sequer foram capazes de defender a dulcíssima Língua Portuguesa do Acordo Ortográfico. 
Os angolanos querem saber mais sobre a Língua Portuguesa e na ilha de Ano Bom, território da CPLP, temos muito que investigar a cultura. Os portugueses deviam ter o mesmo interesse, mas pelos vistos só estão interessados em dar lições de democracia, quando dentro das suas portas há crianças a morrer de fome. 
Os Media em Portugal praticam diariamente atentados contra a Língua Portuguesa. Nos jornais já se escrevem mais palavras em inglês do que em português. Nas rádios e televisões a situação é ainda pior. Escrever e falar o português contaminado de anglicismos e galicismos é uma traição a todos os que falam a língua que uniu os países da CPLP. 
A Guiné Equatorial já está a preparar o ensino da Língua Portuguesa. Dentro de pouco tempo, os novos parceiros da CPLP vão falar melhor do que as elites portuguesas preconceituosas. O mesmo vai acontecer quando outros países que tiveram contacto com o português no advento dos “descobrimentos”, entrarem para a organização.
Os portugueses têm um grande orgulho na expansão marítima da qual resultou o seu império. Mas agora há países e povos que guardam a memória desse passado comum e querem pertencer à CPLP. Alguns  renegam esse passado e opõem-se ao alargamento da organização. São demasiado pequenos para a grandeza da Língua Portuguesa.
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Fonte: Jornal de Angola on-line
24 de Julho, 2014


terça-feira, 10 de junho de 2014

“Não o poderia vender. É uma peça museológica. Tem mais de 50 anos” - Escola Industrial Infante de D. Henrique, no Porto



Mais um caso de aparente incúria no que toca à preservação do património industrial de Portugal. As máquinas e ferramentas antigas já deverão estar a ser vendidas a preços elevados em antiquários por todo o mundo. Como é habitual, provavelmente, não se fazem inventários rigorosos destas coisas, ninguém as protege convenientemente, as coisas desaparecem e ninguém sofre qualquer punição (qualquer dia esta palavra desaparece do dicionário português). Portugal actual: um país cada vez mais sinistro.

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A venda recente como sucata de equipamento da Escola Infante de D. Henrique, no Porto, está a ser investigada pela Inspecção-Geral da Educação e Ciência (IGEC). Em causa estão máquinas, algumas delas com várias toneladas. O Ministério da Educação e Ciência (MEC) confirmou que a IGEC está a averiguar o caso na “sequência de uma denúncia recebida recentemente”.

O primeiro alarme surgiu em Maio, quando Fernando Santos, presidente do Conselho Geral do Agrupamento, a que a escola dá nome, recomendou à direcção que comunicasse “os factos” e disponibilizasse “todos os elementos” em sua posse “às autoridades competentes, nomeadamente à Polícia Judiciária e à IGEC”. O professor fê-lo face a informações sobre o “desaparecimento e alienação de bens públicos do agrupamento”.

O Departamento de Investigação e Acção Penal do Porto não conseguiu até esta segunda-feira informar se existe um inquérito a decorrer sobre o caso.

Durante dois dias, em Fevereiro, vários camiões carregaram quase cinco toneladas de equipamento com o auxilio de uma grua, o que chamou a atenção de muitos.

Um robot de grandes dimensões, típico da industrial automóvel, um torno mecânico de duas toneladas, um limador mecânico e peças mais pequenas seguiram para a Serralharia Gomes & Fernanda, em Gondomar. “Usamos uma grua que estava lá para obras”, disse o dono da serralharia, Manuel Santos. A empresa não tem, porém, actividade no comércio de sucata. Segundo o relatório social, dedica-se às caixilharia de alumínio e portões em ferro.

A denúncia, à qual o PÚBLICO teve acesso, alerta para o desaparecimento de peças antigas do espólio da escola, nomeadamente a tentativa de venda do torno. A directora da escola à altura, Manuela Pinto, garantiu que o torno foi transportado apenas para saber o orçamento da sua reparação.

“Não o poderia vender. É uma peça museológica. Tem mais de 50 anos”, apontou, admitindo, porém, que se cometeu um erro “administrativo” foi “porque sempre se fez assim”. As “escolas sempre venderam sucata sem hasta pública. Eram máquinas que não cumprem os requisitos de segurança para funcionar”, acrescentou.

Aliás, a factura, a que o PÚBLICO teve acesso, tem uma anotação da própria referindo que do orçamento para a reparação do torno. “Mandei as máquinas regressarem quando se deu a polémica”, indicou. E, se num primeiro momento Manuel Santos o confirmou, noutro disse que só não ficou com o torno porque não quis. “Já foi há algum tempo. Mas do que me recordo, não fiquei com ele porque não tinha interesse”, disse.

Certo é que a serralharia devolveu o torno e outros equipamentos dois meses depois por não ter em vista o seu “comissionamento”, como refere a guia de devolução.

Em Abril, a empresa pagou 600 euros à escola pelo restante material vendido. O robot, com mais de uma tonelada e que fora doado à escola, foi directo para a sucata. Manuel Santos diz não ter ganho “nada com ele”. “Já antes fazia este tipo de favores [transporte de sucata] à escola”, esclarece.

O MEC não esclareceu se o equipamento das escolas, que é património do Estado, pode ser vendido sem hasta pública. O delegado regional de Educação do Norte, Aristides Sousa, que recebeu a denúncia, também não respondeu.

Por essa altura, Manuela Pinto demitiu-se do cargo. Garante que isso “nada teve que ver com a polémica”, mas com “questões de saúde sérias”. Concorreu, contudo, nessa altura, ao Sindicato dos Professores do Norte, tendo ficado na direcção, “mas não num lugar de coordenação”, sublinhou. Está agora colocada em serviço não lectivo na Escola Gomes Teixeira, também daquele agrupamento.

“Estava à espera disto e já tenho advogado. As máquinas estão lá. Não desapareceram”, aponta. O que desapareceu, diz, foram as actas de seis meses do Conselho de Administração que registam despesas. “O que fiz mal foi não ter substituído todas fechaduras da escola. São muito antigas e não garanto quem tem as chaves”, referiu.

Segundo responsáveis escolares, nestas datas verificaram-se também tentativas de assalto, de madrugada, ao museu da Infante D. Henrique, uma escola com 130 anos e com um acervo industrial imenso. Terão sido participadas à PSP, mas a polícia não confirmou.


A denúncia aponta ainda irregularidades no uso de fundos europeus pela escola que tem cerca de 270 alunos. Manuela Pinto disse que, em Outubro, recebeu ordem do Gabinete de Gestão Financeira do MEC para pagar salários de todos os funcionários usando fundos do Programa Operacional Potencial Humano. “Estranhei. São fundos que servem para financiar os cursos profissionais”, disse. O MEC explicou que algumas escolas os usam para pagar salários fazendo assim a reposição dos valores gastos antes pelo Estado nos programas.
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Fonte Jornal Público on-line


terça-feira, 27 de maio de 2014

G-Star Raw







sábado, 26 de abril de 2014

Abandonados


Foto: Walter José Dias Ferreira

Fuga de portugueses da Gabela (Angola) em 1975


quinta-feira, 24 de abril de 2014

Património de origem portuguesa no mundo : arquitectura e urbanismo | Fundação Calouste Gulbenkian





terça-feira, 8 de abril de 2014

COMO É POSSÍVEL ?!?






Inacreditável. Como é possível que não haja qualquer entidade governamental que impeça que, em edifícios com algum interesse arquitectónico, se façam buracos na pedra natural para colocar objectos com uma durabilidade extremamente reduzida? Vergonhoso. 


sexta-feira, 21 de março de 2014

AV. DOS ALIADOS - CIDADE DO PORTO

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A Avenida dos Aliados continua a ser o coração do Porto, mas a requalificação de que a artéria foi alvo, entre 2005 e 2006, no âmbito da construção da rede de metro da cidade, não a tornou mais atractiva. A conclusão é do geógrafo Rio Fernandes, co-autor, com Pedro Chamusca e Inês Fernandes, da obra “Avenida dos Aliados e Baixa do Porto: usos e movimentos”. “A avenida é quase uma não praça, um não espaço”, defende.

Isto não quer dizer que a artéria central do Porto tenha perdido a sua função de acolhimento de grandes grupos de pessoas – sejam manifestações políticas, os festejos pelas vitórias do FC Porto ou os cortejos universitários -, que já possuía antes da intervenção dos arquitectos Siza Vieira e Souto de Moura. A avenida só não conseguiu passar de “sala de estar” da cidade ao seu “salão”, como preconizava o anterior presidente da câmara, Rui Rio. “Não me parece que tenha existido qualquer tipo de efeito sensível por via da intervenção do metro. O fluxo normal das pessoas ali é o de atravessamento. As pessoas não usam a praça nem a avenida. É quase uma não praça, um não espaço. Não há uma apropriação da praça como espaço de estar ou de percorrer. É quase só um espaço de atravessar. A este nível, aquela intervenção é um falhanço”, defende Rio Fernandes.
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Fonte: jornal Público on-line, 28 fev. 2014




sexta-feira, 14 de março de 2014

Visitantes de vantagemcomparativa.blogspot.com


Visitantes entre 11 Nov. 2010 e 1 Mar. 2014: 22 869 visitas


quarta-feira, 12 de março de 2014

Produção de vinho em Portugal desde 1901 (hectolitros)


Longe vão os tempos em que Portugal era o 5.º maior produtor mundial de vinho.

Produção em 2012: 6141mhl

Vergonhoso


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

III República

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A influência dos partidos nas nomeações na administração pública é “uma realidade conhecida e um dos maiores problemas do país, com um impacto económico tremendo”, observa o vice-presidente da Transparência e Integridade, Associação Cívica, Paulo Morais, em declarações ao PÚBLICO.
“Só por milagre um boy de uma juventude partidária, habituado a organizar jantares e comícios, consegue fazer um bom trabalho num organismo público”, critica Morais. O investigador reconhece que “há milagres, mas a regra é que [os nomeados] tomem decisões incompetentes e erradas”.
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Jornal Público on-line
JOÃO RUELA RIBEIRO 
12/02/2014 - 07:38
Tese de doutoramento de investigadora de Aveiro analisou 11 mil nomeações em 15 anos e concluiu que a maioria serviu para recompensar lealdades partidárias.


quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

DESEMPREGO EM PORTUGAL


TAXAS DE DESEMPREGO:

1973: 1,4% 

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2009: 9,5%

2010: 10,8%

2011: 12,7%

2012: 15,7%

2013: 16,3%


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Nivelamento por Cima: Ex-ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira

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No âmbito da Reforma do Estado, Santos Pereira não poupou críticas aos aparelhos partidários e defendeu a profissionalização da Administração Pública.
"Se queremos ter uma Função Pública digna, é fundamental que haja uma profissionalização dos cargos dirigentes na Administração Pública", afirmou, acrescentando que "não podem ser os partidos políticos, os aparelhos partidários, a nomear alguém que passa à frente dos que são realmente qualificados".
O antigo ministro do atual Governo de Pedro Passos Coelho, entretanto substituído no cargo por Pires de Lima, criticou a existência de "muitas empresas que estavam encostadas ao Estado" até à tomada de posse do atual executivo e que tentou combater na qualidade de ministro da Economia.
"Reitero: comigo no Ministério da Economia, mesmo que o país não estivesse em crise, não havia subsidiodependência. Uma política de mão estendida, encostada ao Estado à espera do subsidiosinho dá sempre mau resultado", asseverou Santos Pereira.
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Fonte: Jornal i

Por Agência Lusa
publicado em 28 Jan 2014 - 21:24


quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Tabela de vencimentos do regime geral da função pública



Esta diferença talvez se explique pelo facto de grande parte dos funcionários das câmaras pertencer ao Regime Geral de Vencimentos da Função Pública, ao contrário de outros pertencentes a carreiras especiais (com vencimentos mais elevados e diversos suplementos remuneratórios).


sábado, 11 de janeiro de 2014

In perpetuam rei memoriam - Estaleiros Navais de Viana do Castelo


Capa do jornal diário português, versão impressa, Público, de 11 de Jan. 2014.


sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

In perpetuam rei memoriam - Estaleiros Navais de Viana do Castelo







terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Vendas de veículos ligeiros em Portugal, entre 1970 e 2013



quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Os priviligiados



Os priviligiados. Gustavo Sampaio. A Esfera dos Livros. 2013.


quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Nivelamento por baixo - Privatização dos CTT - CORREIOS DE PORTUGAL






Fotografias de Mário Novaes


sexta-feira, 29 de novembro de 2013

International New York Times


Friday, November 29, 2013


domingo, 24 de novembro de 2013

LEGO - TOWN PLAN










quarta-feira, 20 de novembro de 2013

EXPLORADORES PORTUGUESES E REIS AFRICANOS



Exploradores Portugueses e Reis Africanos
Frederico Delgado Rosa
Filipe Verde
2013


sábado, 16 de novembro de 2013

Terreno da antiga Estação Agronómica Nacional

Que tipo de arquitectura é esta?