segunda-feira, 5 de outubro de 2009

José Sócrates e a falta de ética



José Sócrates fica, a cada dia que passa, cada vez mais chamuscado com o lume que vai ardendo no chamado caso de corrupção de Cova da Beira.

Atente-se nas "relações perigosas" existentes entre António José Morais - uma das pessoas entretanto constituídas arguidas no processo - e José Sócrates:
  • "Morais inscreveu-se em Janeiro de 1991, como militante do PS na Covilhã, na mesma secção de que fez parte José Sócrates;
  • Morais é primo de Edite Estrela, que foi madrinha de casamento de Sócrates;
  • Morais foi professor em 1994/95 no ISEL, no curso de engenharia civil, onde teve como aluno Sócrates;
  • Morais foi professor em 1995/1996 na Universidade Independente de quatro das cinco cadeiras feitas por Sócrates. Morais era igualmente o Director do Departamento de Engenharia Civil da Universidade;
  • Morais foi Director do Gabinete de Estudos e de Planeamento de Instalações do Ministério da Administração Interna entre 1997 e 2002, período durante o qual chegou a atribuir ao pai de Sócrates trabalhos de fiscalização de dez empreitadas".

Fonte: Jornal "Expresso", 03/10/09


Não querendo fazer juízos e acusações sem provas concretas, uma coisa é certa: parece claro aos olhos de todos que ao longo da sua vida, José Sócrates foi arranjando meios muitas vezes muito pouco éticos para atingir os seus fins (sem colocar em causa a sua legalidade - pelo menos por ora).

Deixo a pergunta no ar: é este o exemplo de Primeiro-Ministro que pretendemos para o nosso País?


1 Comentários:

Às 8 de outubro de 2009 às 19:43 , Blogger Margarida disse...

(rosnando) pelos vistos...
:(

 

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