quarta-feira, 15 de julho de 2009

ASAE



Perante os ataques de que a ASAE tem sido alvo, informo os seus atacantes de que: se gostam de comer alimentos em putrefacção, ingerir fezes, de se alimentar em locais imundos, etc. , estejam à vontade, mas não obriguem os outros a fazê-lo.

Aqui fica a transcrição de um texto que publiquei neste blog em 8 de Janeiro de 2008:

«Num país em que praticamente todas as entidades adoptaram o nivelamento por baixo como modo de estar, existe uma salutar excepção, apesar de muito atacada, que dá pelo nome de ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica).
É próprio da condição humana criticar, mas devemos ter a inteligência de o fazer se com isso acrescentarmos algo de construtivo à realidade em que vivemos.
É característico das sociedades mais avançadas tecnologicamente possuírem um grande número de normas, sendo disso exemplo a união europeia; elas integram conhecimentos e experiências (acumulados e aperfeiçoados ao longo dos anos), que permitem, na sua aplicação prática, a uma sociedade aproveitar os seus recursos de forma eficiente e, em última análise, que esta se distinga da barbárie. Não devemos ter medo das normas sobretudo quando elas são utilizadas por técnicos devidamente instruídos.
Pelo contrário, na esfera do privado, aí sim, deveria haver uma grande simplificação que permitisse libertar o indivíduo de papeladas e procedimentos inúteis, ou seja, tempo perdido.
Para terminar, e voltando à ASAE, com a alimentação deverá proceder-se de forma intransigente; de acordo com uma notícia publicada no semanário Sol de 29/12/2007, todos os anos morrem 5000 pessoas nos EUA e 1,8 milhões de pessoas no mundo devido a infecções alimentares.»