quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Museu de Arte Popular


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"Foi um museu mal-amado, não-compreendido e não-interpretado", diz a directora, sobretudo logo a seguir ao 25 de Abril. Esteve várias vezes para ser fechado, nos anos 70 e 80. Foi considerado um "museu fascista", mas, na verdade, defende a arquitecta, com produção "de grande qualidade". "E não só nos murais, [também] nas artes decorativas, na museografia", explica. "Este museu é um museu de comunicação", pensado para mostrar ao mundo o que é Portugal.

Passaram 60 anos e o MAP nunca entrou na lista de museus a remodelar, ficou intacto: "Em parte, a sorte deste museu tem a ver com isso - mantém-se como documento."
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Fonte: Jornal Público on-line 13 Dez. 2010


2 Comentários:

Às 24 de dezembro de 2010 às 17:26 , Blogger Margarida disse...

Em parte, a nossa 'sorte' pode mesmo ser essa...

 
Às 30 de dezembro de 2010 às 22:24 , Blogger Nuno Carvalho disse...

Um dos grandes problemas na gestão do património histórico (mesmo aquele que parece não ser) em Portugal, entre muitos outros, reside na falta de distanciamento face ao tempo, o que se traduz em cedências a modernices efémeras e patéticas, o que, por vezes, se traduz na perda de inúmeros tesouros.

 

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