terça-feira, 30 de setembro de 2008

Ambiente



Plásticos e outros objectos dentro da carcaça de um albatroz.

Não basta reciclar! É preciso, entre inúmeras coisas, começar a limpar o planeta e a reduzir o consumo!


domingo, 28 de setembro de 2008

Computador portátil Magalhães

Enquanto os críticos, jornalistas, intelectuais, etc. deste minúsculo rectângulo não forem capazes de relativizar/hierarquizar aquilo que realmente tem importância, e só falarem/escreverem sobre uma parte muito reduzida da realidade (distorção); não têm qualquer tipo de legitimidade para criticar seja o que for nem, tampouco, de contribuir para o benefício da nação.


quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Outro Tempo, Outro Espaço


Na imagem, o avião BOEING 747-200 CS-TJA, da TAP, no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão – António Carlos Jobim (Brasil) em 1978.


terça-feira, 23 de setembro de 2008

Playlist



sábado, 20 de setembro de 2008

José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa - Actual Primeiro-Ministro de Portugal


Fonte: Jornal de Notícias de 22 de Abril de 2008.


quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Involução


Crescimento do PIB em Portugal:
1973: 10,1 %
2007: 1,9 %

Taxa de desemprego em Portugal:
1973: 1,5%
2007: 8,0%

Reservas de ouro em Portugal:
1973: mais de 800 toneladas
2007: menos de 400 toneladas


quinta-feira, 11 de setembro de 2008

LADYTRON ao vivo no PAVILHÃO DOS DESPORTOS (PALÁCIO DE CRISTAL) - PORTO 2008






Beat It Festival

video

Ladytron - Destroy Everything You Touch

(Live in Portugal, Oporto 6 Sep. 2008)


segunda-feira, 8 de setembro de 2008

O mundo dos clichés

Tenho pena de um mundo que segue modas e prefira a aparência à substância, o insulto livre à inteligência. Quando vejo um comediante inglês dedicar a sua peça à malediciência gratuita e ignorante, sem se ver ao espelho e perceber que não passa de um cómico de garagem que manda as atoardas que mais de 1 milhão de "artistas" já tinham feito, sinto-me revoltado. Afirmar nos EUA que George W. Bush é um "cowboy atrasado mental" deve fazê-los pensar que obtêm a graçola fácil e o reconhecimento imediato, mas apenas são desagradáveis para um país que lhes dá voz, palco, e é muito favorável à crítica (construtiva) vinda da Europa.

O elogio a Obama é comum em várias frentes. Um candidato que recebe elogios de Putin, do Bloco de Esquerda, de fervorosos pastores religiosos americanos, tem de considerar que a política não pode nem deve agradar a todos. O discurso de esperança deve dar lugar ao reconhecimento de que não vêm tempos fáceis e reformas difíceis são necessárias. Deve ter em conta que os "ajustamentos fiscais" que promete estão altamente condicionados pelo elevadíssimo défice orçamental em muito impulsionado pela guerra do Iraque. Deve ter a noção de que a guerra do Iraque só é ganha à custa de medidas impopulares e de enfrentar quem não quer um mundo livre.

A boa governação é, por natureza, impopular. A correcção de injustiças implica, muitas vezes, tirar a uns e dar a outros. Os efeitos são, maioritariamente, a longo-prazo. E o reconhecimento também.

Entretanto, vemos uns desgraçados comediantes de garagem, que preferem o insulto arrogante e básico, sem terem a noção de que estão a faltar ao respeito aos soldados americanos que estão no Iraque, e a um povo que, quer queiramos quer não, fez renascer uma Europa livre e justa.


terça-feira, 2 de setembro de 2008

Ponte de água




segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Como "funciona" o Estado Português

«O problema português, do nosso sistema político e da amargura que vai afastando pessoas válidas do país é o de não querer ver que as pessoas geralmente situadas em lugares-chave da decisão política e da estratégia nacional são geralmente - infelizmente - as menos preparadas para desenvolver as actividades e funções para as quais foram escolhidas. Há sempre um invejoso medíocre, um cliente do partido A ou B, da seita X ou Y, um amigo do amigo do amigo intrometendo-se no processo da decisão governamental. Eu sei tudo isso, por que não fazendo parte de nada, a nada posso aspirar. Tenho passado anos a ser preterido por jogadas de bastidores. O que me vale ter curriculum, obra publicada, não parar de estudar, ter autonomia intelectual, não dobrar a espinha a ninguém se tal só me diminuiu no momento em que quero servir o país ? Durante anos não me apercebi - estúpido que sou - da essência do problema, até que dei comigo a comparar e avaliar os outros.

Miguel Castelo-Branco no Blog Combustões.